Comissão Nacional de Eleições da Guiné-Bissau

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Candidatos Domingos Simões Pereira, apoiado pelo PAIGC, e Úmaro Sissoco Embaló suportado pelo MADEM-G15 concorrem a segunda volta das eleições presidenciais da Guiné-Bissau no próximo dia 29 de dezembro.

Os resultados eleitorais provisórios de 24 de novembro divulgados hoje, 27 de novembro de 2019, pela Comissão Nacional de Eleições dão vitória relativa a Domingos Simões Pereira com 222 870 votos obtidos correspondentes a 40, 13% e Úmaro Sissoco Embaló arrecadou nesta primeira volta 153 530 votos correspondentes a 27, 65%.

Nuno Gomes Nabian suportado por APU-PDGB e PRS figura na terceira posição, com 73 063 votos correspondentes a 13, 16%. José Mário Vaz, Presidente cessante que concorreu a sua própria sucessão está na quarta posição, com apenas 68 933 votos angariados correspondentes a 12,41%. O quinto maior votado, Carlos Gomes Júnior obteve apenas 2,66%.

Entretanto, dados da Comissão Nacional de Eleições revelam que, dos 761 676 inscritos, votaram no passado dia 24 de novembro 566 473 eleitores correspondentes a 74,37% de taxa de participação.

FONTE: CNE

TEXTO: O DEMOCRATA

O presidente da Comissão Nacional de Eleições da Guiné-Bissau, José Pedro Sambú, disse hoje que estão reunidas as condições para que a votação para as presidenciais, este domingo, decorra com "tranquilidade" e sem "sobressaltos". O discurso à nação apelando a participação massiva dos cidadãos eleitores nas eleições presidenciais do dia 24.

"Quero, através desta mensagem, tranquilizar-vos de que estão reunidas todas as condições logísticas, humanas e técnicas tanto a nível das comissões regionais de eleições, como na diáspora, para que as eleições possam decorrer num clima de tranquilidade e sem qualquer sobressalto que se possa caracterizar de relevante", afirmou José Pedro Sambú, numa mensagem lida na sede da CNE, em Bissau.
Na mensagem, o presidente da CNE esclarece também que estão inscritos para votar 761.676 eleitores.
"Importa reafirmar neste espaço que por deliberação do plenário da CNE ficou aprovado por consenso adotar o caderno eleitoral utilizado nas legislativas de 10 de março como válidos e únicos para as eleições presidenciais de 24 de novembro", afirmou.
José Pedro Sambú apelou também aos cidadãos eleitores para votarem e lembrou que o "direito de votar é pessoal, intransmissível, inalienável e o seu exercício constitui um dever cívico".
O presidente da CNE exortou também os candidatos às presidenciais a não "abdicarem do direito" de colocarem um delegado e respetivo suplente junto de cada mesa de assembleia de voto.
Fonte: Conosaba/Lusa

 

O governo português através da sua Embaixada na Guiné-Bissau, procedeu a entrega na tarde deste sábado, 9 de Novembro de 2019, um lote de materiais eleitorais à Comissão Nacional de Eleições-CNE para a realização de eleições presidenciais agendadas para o dia 24 do mês em curso.

Os materiais ora entregues numa cerimónia realizada no salão “VIP” do Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira na presença das autoridades guineenses e das organizações internacionais bem como Embaixadas residentes no país, são compostos por 955 mil boletins de voto; 6.600 atas constitutivas; 6.600 atas de apuramento; 64.000 atas síntese; 6.600 folhas de descarga de votos; 6.600 listas próprias de votantes; 64.000 minutas de protestos ou reclamações e 6.600 folhas de descarga de votos obtidos por sexo.

O embaixador de Portugal na Guiné-Bissau, José António Carvalho, disse na sua comunicação que a confiança depositada no seu país uma vez mais para a produção do material essencial ao processo de escrutíneo, que terá lugar no dia ‪24 de novembro‬, é claramente demostrativa da estreita relação de amizade entre Portugal e a Guiné-Bissau.

“Aproveitamos a ocasião para apelar a todas as instituições, candidatos e demais intervinientes políticos a que participem construtivamente no processo eleitoral, promovendo e assegurando a tranquilidade constitucional, bem como a transparência, liberdade e democracidade do ato eleitoral do próximo dia ‪24 de Novembro‬”, assegurou o diplomata, para de seguida, realçar as relações de cooperação existente entre a CNE e as instituições portuguesas, que segundo ele, muito contribuíram para o sucesso desta etapa do processo eleitoral.

Para o presidente da Comissão Nacional de Eleições, Dr. José Pedro Sambú, o gesto do governo e do povo português, vem reforçar mais do que nunca, a cooperação e solidariedade mútua entre os dois Estados, com vista a prossecução dos valores do Estado de Direito Democrático, num quadro de estabilidade sustentável, progresso e desenvolvimento.

Texto: O Democrata 

Foto: CNE